Na contramão da moral corruptível dos
homens, os juramentos do Senhor são
eternos e irrevogáveis, pois é impossível
que Ele minta (Hb 6.18). Assim, as palavras de Deus são compromissos que Ele
mesmo zela por cumprir (Hb 6.13-15).
Por exemplo, Abraão experimentou, com
fé e paciência, o cumprimento da promessa de Deus. Ele esperou 25 anos até
que Isaque, o filho prometido, nascesse
(Gn 12.4; 21.5).
O Senhor visitou a Sara. A Bíblia enfatiza que o Senhor permitiu a concepção, pois os filhos são um presente dele
(SI 127.3). Neste caso, o verbo visitar foi
uma excelente escolha, porque significa
que o Senhor esteve pessoalmente com
Seu povo. Ele fez a Sara como tinha falado: estes dois termos expressam exatamente o momento do cumprimento da promessa feita a Abraão (Gn 17.21) e Sara
(Gn 18.14).
As promessas de Deus podem expressar algumas características Suas. Afinal,
observamos que, embora o homem seja
infiel e inconstante em seus caminhos,
o Senhor permanece longânímo, fiel e
imutável ao Seu compromisso (SI 86.15;
Nm 23.19).

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